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Na última quinta-feira publicamos o post "PREFEITO PROMOVE SESSÃO 'BABAÇÃO' COM IMPRENSA", sobre reunião de João Izael com os donos da mídia chapa branca itabirana. Nós, que não fomos convidados, é claro, aparecemos de gaiatos.
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Quando perguntamos a Izael sobre a usina de tubos de aço sem costura da Mannesmann, que Itabira teve a oportunidade de trabalhar para receber, já que seu governo foi contatado através de seu ex-secretário de Governo Tião Batata, o famoso físico Tião Galileu, o prefeito não quis responder. Disse que o assunto não estava em pauta. É claro, em pauta estava só encher a bola de seu governo, como sempre.
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É uma questão de absoluto interesse público, com os milhares de empregos que poderiam ser gerados e a dinamização da economia local. João Izael não pensou assim, fugiu à questão. (CLIQUE AQUI PARA LER SOBRE O EMPREENDIMENTO).
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Mas respondeu a uma questão que deve ter considerado ser de suma importância, que vai afetar profundamente o futuro do município. O dono do jornal Passarela, Felício Brugnara, indagou se o prefeito estava se separando de sua esposa. Realmente uma questão que vai afetar totalmente o destino de Itabira, o leitor não concorda? Izael respondeu que não, que vivem muito bem. Uma questão de foro íntimo foi colocada para o prefeito. Só faltou Brugnara perguntar sobre a regularidade amorosa do casal.
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Mas para um governo que banca, com dinheiro público, uma 'imprensa' troglodita que agride violentamente pessoas e famílias que discordam de suas orientações a pergunta pode ter sido pertinente. Apesar de 'O Passarela' não fazer o estilo mídia troglodita. É um jornal até leve. Por exemplo, quando Ronaldo Magalhães foi internado sob a alegação de problemas cardíacos, ainda prefeito, O Passarela trouxe a chamada: "Ronaldo descansa na UTI".
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Após a reunião, fomos até a asse(n)ssoria de imprensa e solicitamos entrevista com o ouvidor da PMI e com o prefeito. Rapidamente 'autorizaram' com o ouvidor. Na PMI é assim, secretário depende de autorização do asse(n)ssor Fernando Silva para falar. Já a entrevista com Izael, marcaram para dar a resposta depois. Como sempre, deverá ser muito, muito, muito, muito depois.
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Gostaríamos de perguntar sobre a usina da Mannesmann, sobre a Unifei, sobre a mata do Intelecto, sobre o custo do aterro sanitário, sobre a folha de pagamento do funcionalismo público, sobre a prestação de serviços da empresa Transportes Cisne e os vale-transporte e otras cositas. Saímos de lá com o sentimento de que não será permitido entrevistar o prefeito.



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